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PAC beneficia a micro e pequena empresa, afirma presidente do Simpi

São Paulo (SP), 22/01/2007 - O presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), Joseph Couri, qualificou hoje (22) o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como "medidas republicanas que estão na direção correta da retomada do rescimento econômico sustentado e significam importante impulso para a micro e pequena empresa". Para ele, o programa, ao privilegiar os investimentos em infra-estrutura, lança as condições necessárias para que o País possa crescer a 5% ao ano ou mais de agora em diante.

Para o presidente do Simpi, o PAC terá um efeito importante no desenvolvimento da micro e pequena empresa. "Quando se fala na falta de infra-estrutura ou de condições estruturais, quem mais sofre na cadeira econômica é o micro e pequeno empresário, porque este não tem mecanismos para buscar a defesa de seu interesse, da sua organização, da sua empresa. Então, só com medidas realmente republicanas é que se beneficia a todos, e aí se torna indispensável que o investimento na infra-estrutura possa vir para dar condições competitivas a essas empresas e ao País", afirmou.

Joseph Couri disse ainda que, ao priorizar os investimentos em infra-estrutura, alocando cerca de R$ 500 bilhões para os investimentos até 2010, o PAC põe fim à discussão sobre se a economia brasileria tem condições ou não de crescer. "O grande mérito do presidente Lula e toda sua equipe foi firmar a definição, de uma vez por todas, de que precisamos crescer 5% ou mais ao ano; isso significa que agora não cabe mais a discussão se podemos ou não podemos crescer,as sim o que é necessário ser f eito para atingirmos a meta de um crescimento adequado à sociedade brasileira"





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