| SIMPI
– PESQUISA MENSAL DE CONJUNTURA – MAIO
2005
São bons os índices
de desempenho das Micro e Pequenas Indústrias
O Uso da Capacidade Instalada: UCI
das micro e pequenas indústrias, no mês
de maio, elevou-se 2%, passando da média de
64,8% para 66,8%, o nível mais alto, para o
mês de maio, nos 14 anos de pesquisa do SIMPI.
Subiu também o uso da capacidade 31% das empresas,
com quedas em 7%, contra quedas em 13% em abril, tendo
49% das empresas superado o índice de 70% de
UCI. Os pedidos em carteira aumentaram 4%, contra
3,4% em abril, tendo havido aumentos em 42% das empresas
pesquisadas. O faturamento teve elevação
de 5,4%, contra aumento de 2,9% em abril, com elevações
em 48% das empresas, mesmo índice do mês
anterior, e quedas de faturamento em apenas 14% das
empresas, contra 24% em abril. O estoque teve redução
de 1,5%, contra redução de 1% em abril.
Operam no sistema bancário 35% das empresas,
mesmo índice do mês anterior.
Emprego:
na pesquisa com 122 empresas, com média de
23,5 empregados cada, houve aumento de 1% na força
de trabalho contratada, havendo contratações
em 20% delas, contra 17% no mês anterior. Para
o conjunto da categoria o aumento de 1% significa
a contratação de 9.700 empregados, passando
a categoria a empregar 977.400 trabalhadores. A tendência
apontada pelas empresas é de aumento de 1,7%
de trabalhadores em junho.
Principais
problemas do mês: os impostos foram
apontados como principal problema por 26% dos entrevistados,
contra 25% no mês anterior, enquanto o bom desempenho
de vendas reduziu suas indicações de
20% em abril para atuais 14%. O custo da matéria
prima subiu de 23% em abril para 25% em maio, enquanto
juros e financiamentos subiu de 15% para 17% das indicações
de principais problemas. A política, neste
momento de perturbações, subiu de 7%
para 10% das indicações, enquanto o
fator outros caiu de 10% para 8%.
Inadimplência:
Tiveram alguma dificuldade para receber seus créditos
69% das empresas pesquisadas, contra 67% no mês
anterior, tendo o percentual sobre o faturamento de
8,1%, contra 7,5% em abril. Das empresas que tiveram
alguma dificuldade com a inadimplência tiveram
seus próprios compromissos afetados 55% delas,
contra 59% em abril. Os principais problemas foram
com fornecedores, com 12%, mesmo índice do
mês de abril; com salários, que se elevou
de 8% para 12%; com impostos, que se manteve em 36%
e com outros fatores, que desceu de 44% para 40%

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